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2009 começou maravilhosamente antes

Pelo menos para nós. Nossa champanhe estourou no dia 29, o nosso dia (aproveitamos para comemorar os 27 meses mais deliciosos de todos os tempos).

Para a comemoração tomamos um espumante moscatel Miolo. Bem gostoso, apesar de bem adocicado.

Combinou com o ofurô quentinho, com a noite mais do que deliciosa, com as duas Stellas Artois que tomamos antes. E até com as Bhramas que ajduaram a esquentar... E tudo combinou com a nossa vontade de relaxar e viver só aquela vida ali dentro da água, com os corpos felizes de terem se encontrado e feito o que sabem de melhor. E tudo combinou com as promessas e desejos do novo ano. Podemos tomar de novo no final de 2009? Só se for para passar a meia-noite dando o nosso próprio show!

E por falar em show... que foi aquele estouro de champanhe? O jeito mais original de tirar a rolha da garrafa: no dente! Cena inesquecível... e que rendeu as risadas que só a gente sabe dar da vida.

É bem verdade que não deu para a gente fazer tudo o que queria: o Anticuário, por exemplo, ficou para trás. Mas, na próxima visita, teremos jantar com direito ao (bom) vinho nacional. Aliás, esse é considerado o primeiro vinho de corte bordalês do Brasil. Essa denominação indica que o vinho foi feito com mistura de uvas -- normalmente cabernet savignon, merlot, malbec e cabernet. Já estava na lista dos nossos preferidos e o descobrimos quase que por acaso... foi mais pela garrafa charmosa.

Meu maior desejo é que a gente continue brindando do nosso jeito (tim-tim-beijo) muitas milhares de vezes em 2009... Que continuemos sentando pra beber e papear deliciosamente no baquinho, na cadeira, no bar, no hotel, no motel, na rua, no carro... Que tenhamos muitos jantares, mas também muitos omeletes, udons, guiozas, salaminhos, queijinhos e temakis... Que passemos o próximo ano novo fazendo o que combinamos, do jeito que combinamos...

Que o ano seja bom para todos... porque pra gente vai ser!

AMV!

 



Escrito por Blue Moon às 18h04
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Black Princess

Sempre que possível, pegamos alguma bebida diferente, que ainda não tenhamos tomado. Ontem, foi a vez de experimentar a Black Princess. Cerveja nacional, feita em Terezópolis, que custa R$ 11 em média.

Boa, saborosa, mas não é uma Brastemp... principalmente no vale-quanto-pesa. Achamos um tanto quanto cara, supervalorizada mesmo, principalmente por conta de ser mais parecida com a Therezópolis (que tem um preço bem mais modesto).

Enfim, acompanhou bem a omelete -- que fixação por esse prato, né?

Pra amanhã tem Leffe, uma belga bem saborosa. Já tomamos uma vez e é das boas. Vai acompanhar uma lasanha, provalvemente... assim, damos um descanso para o colesterol...rs

P.S.: a versão que tomamos é a Gold. Tem a escura também. Quem sabe um dia...



Escrito por Blue Moon às 01h16
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Ainda a Colorado

Eita que paixão quando bate assim, tão forte, não tem como fugir. E não é que essa tal de Colorado ganhou meu coração? (ou será meu fígado? ou meu cérebro? sei lá...)

Semana que vem tem mais, fiz encomenda e deve chegar segunda-feira. Ô vício bão!

PS1: tentei, tentei, tentei... e não consegui anexar uma foto que tirei quando fui à fábrica

PS2: os computadores, de um modo geral, não estão meus amigos hoje



Escrito por Blue Moon às 22h10
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De volta à Ribeirão

Coisas boas devem ser repetidas, na medida em que podem sê-las. E voltar a Ribeirão foi simplesmente irresistível... Num delicioso final de semana, passamos novamente no Cervejarium, esse aí da foto de cima, e saboreamos os chops tal qual crianças mergulhadas em calda de chocolate. Para acompanhar, o espetacular pernil servido junto com pão de queijo (ainda acho uma das combinações botequeiras mais criativas dos últimos tempos!) e a liberdade de ficarmos juntos de mãos dadas e beijos trocados.

Na esticadinha, um bar meio maluco, com pinta de lugar alternativo, mas com uma fauna bem distinta circulando pelo ambiente. Nome tampouco normal: Bronze. Tinha uma banda local tocando os hits pop-rock, desse momento e de outros e, até todo o álcool fazer todo o efeito, tudo indicava que o lugar seria uma furada. Mas, à medida que a banda ia tocando, a cerveja tomando conta da corrente sangüínea... e misteriosamente decidimos por tomar vodca com energético. Bad idea. Primeiro, a euforia frenética, cantando e dançando junto com a banda (não é que ela começou a tocar bem de repente?...). Depois, a idéia insana de subir uma escada enorme para jogar sinuca (o taco conseguia ficar em pé e com mais equilíbrio...). Por fim, o fim. Ou seja, mal lembrava como cheguei ao motel -- de decoração fantástica, uma coisa Moulin Rouge. No dia seguinte, acordar ao lado dele nesse lugar foi incrível. Café da manhã, banho quentinho, banheira de hidromassagem. Olimpíadas na tv. E a nossa maratona estava chegando à reta final. Agora, era almoçar e voltar para casa. Mais felizes do que nunca. Mais cheios de coisas boas...



Escrito por Blue Moon às 18h08
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Feita à mão, literalmente!

 

 

Tivemos o prazer de visitar a Cervejaria Colorado, que fica em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Agradecimento especial ao Flávio, que nos recebeu e passou a tarde explicando (com paixão!) todo o processo de produção da linha de cervejas. Já tinha experimentado as três primeiras versões da Colorado: Indica, Appia e Cauim. Todas com seus sabores peculiares e todas maravilhosas! Pudemos experimentar, em primeira mão, a novíssima Demoiselle... "cerveja escura como a noite e que leva café na sua composição". Sensacional!

Quem gosta de cerveja boa tem que conhecer. O pessoal que faz a Colorado leva muito à sério o conceito de cerveja artesanal, feita à mão. Até o rótulo, depois de colocado pela máquina, é conferido garrafa por garrafa. Ai daquele que estiver tortinho... será devidamente arrumado (na mão, é claro!).

Se estiver passando por Ribeirão ou tiver a sorte de encontrar em sua cidade, não deixe de provar as quatro. Só assim ficará com a deliciosa dúvida de qual é a melhor...

http://www.cervejariacolorado.com.br



Escrito por Blue Moon às 15h23
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Lei Estupidamente Seca - parte III

Pronto, o governo já conseguiu as manchetes... agora, é só comemorar os resultados... e esperar pelo ostracismo...

http://www.correiodeuberlandia.com.br/texto/2008/07/07/30433/lei_seca_faz_reduzir_acidentes_e_in.html

http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL640632-5598,00.html

http://www.saopaulo.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?c=5&id=96481

http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_2/2008/07/08/em_noticia_interna,id_sessao=2&id_noticia=70609/em_noticia_interna.shtml

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/07/10/salvador_registra_reducao_de_55_em_acidentes_apos_lei_seca-547202602.asp

http://www.oesteinforma.com.br/news.php?news=28688



Escrito por Blue Moon às 10h51
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Lei Estupidamente Seca - parte II

Dentre as muitas características atribuídas ao nosso povo, a criatividade é uma das de mais destaque. Desde sempre ouvimos falar que o brasileiro sempre dá um jeitinho para as coisas e tem jogo de cintura para driblar as situações mais adversas. Nem precisa de tantos clichês, mas, para confirmar, a imagem abaixo já diz tudo...

P.S.: se já chegamos na fase de criação de coisas inusitadas e engraçadas (além das milhares de piadinhas rodando na internet), é porque a coisa cai no descrétido já, já...



Escrito por Blue Moon às 12h36
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Pink e Cérebro das cervejas

Assim como os dois ratinhos do desenho, a Inbev também sonha em dominar o mundo. E, está conseguindo! Com a bagatela de US$ 50 bilhões comprou a Anheuser-Busch, norte-america fabricante da Budweiser.

Tomara que o poder e a dominação mundial não deixem cair uma gota da qualidade das boas cervejas que ainda podem ser encontradas em (alguns) supermercados.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u422102.shtml



Escrito por Blue Moon às 11h41
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Simplesmente sintonia

Um dia depois do último post, esse aqui debaixo, ele me mostrou uma matéria bem legal sobre saquê. São daquelas coisas que fazem acreditar em coincidências... ou sincronicidades... ou, simplesmente, sintonia.

Publicada originalmente no jornal O Estado de São Paulo, no Dia dos Namorados, traz algumas novidades sobre a degustação da bebida. Uma delas: há uma nova corrente de degustadores e apreciadores que estão trocando o tradicional massu pela taça, daquelas iguais às de vinho.

Fizemos a prova, nessa semana, e realmente o aroma fica mais ressaltado. Não tem o charme do copinho quadrado, mas, para tomar um bom saquê vale a pena.

Uma dica: se o saquê estiver gelado, não vale a pena investir na taça. O aroma some e o charme também...

http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup188161,0.htm



Escrito por Blue Moon às 12h32
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Kampai!

É essa a palavra aí do título a usada para brindar com saquê, sabia? A bebida é considerada sagrada para os japoneses, que descobriram meio que por acaso esse fermantado de arroz. Assim como o vinho na religião católica, ele era apenas consumido em reuniões religiosas. Reza a lenda que o saquê foi criado por conta de um descuido de um senhor, que esqueceu de tampar um tacho de arroz que havia cozinhado. Depois de alguns dias, viu que o arroz tinha mofado e, mesmo assim, não o jogou fora. O desleixado permitiu que ficasse ali por mais uns dias e o que ele encontrou? Uma deliciosa bebida, resultado do arroz completamente fermentado e pastoso. Sim, no início, o saquê não era tão "líquido" como hoje.

Ontem, tomamos uma garrafa. Para acompanhar guioza (de carne de porco) e temaki. Eu pedi de salmão. Ele, de atum. O guioza grelhamos em casa. Ele tinha razão, estava congelado no meio. Santo microondas! Nova técnica para colocar sal no copo de saquê. Pena que no copo novo não dá para transbordar (ele disse que deve-se fazer uma boa intentação ao servir alguém e deixar que o saquê transborde). Noite que começou cedo para acabar cedo. Maravilhosa em cada minuto. Kampai!



Escrito por Blue Moon às 19h08
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Lei Estupidamente Seca - Parte I

Não poderia me omitir da polêmica daquilo que vem sendo chamado carinhosamente de Lei Seca, numa alusão ao movimento feito pelos governantes dos Estados Unidos na década de 20. E que, como todos sabem, só fez aumentar a bandidagem nas terras do Tio Sam (reconhecem o digníssimo senhor da foto aí de cima?...).

No meio desse mar de ignorância penal e total desrespeito aos diretiso dos cidadãos, uma das frases mais estúpidas que vi foi da senhora Analice Gigliotti, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas: "O que a sociedade precisa entender é que a nova lei não está proibindo as pessoas de beberem. A vida delas vai se adaptar, e não ser alterada. A partir de agora, passarão a ir de táxi para os bares". Na teoria, dona Analice, é muito bonito. Na prática, posso juntar os recibos e mandar a conta para a senhora?... Isso sem falar nos lugares que não possuem um serviço de táxi tão eficiente quanto o que ela deve conhecer.

Minha revolta pessoal, no entanto, é bem maior. Tem algo mais relaxante do que sair do serviço e tomar uma cerveja? Jogar conversar no ar com uma taça de vinho do lado? Estou sendo privada disso porque o medo mora na esquina. Posso voltar para casa e encontrar um policial escondido, esperando meu carro fazer a curva para pará-lo e colocar aquele aparelho extremamente invasivo e sabe-lá-deus com que nível de higiene na minha boca. Corro o risco de pagar alguns momentos de descontração com a minha liberdade.

Parece dramático? Trágico? Sim... para não dizer rídiculo. E assim são feitas as leis nesse país. Só tomando uma mesmo! 



Escrito por Blue Moon às 18h09
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Ela vai dominar o mundo!

Ou pelo menos o que diga respeito ao mundo de cervjas boas do Brasil...

Li semana passada que a Schincariol, numa manobra salva-vidas-anti-holding, comprou algumas das melhores marcas de cervejas artesanais do nosso país. A mais recente foi a Eisenbahn, cervejaria de Blumenau (SC). Os executivos da Schin garantem que o foco não é crescerem em quantidade de cervejas ou volume de vendas, mas sim em qualidade. Isso eles até podem conseguir, desde que não queiram interferir no processo de produção dessas cervejas. Digo "dessas" porque tem mais artesanais na jogada: a carioca Devassa, a paulista Baden Baden e a nordestina Nobel também são propriedade da Grupo Schincariol, desde o ano passado.

Fico na expectativa que os deuses da cerveja estejam olhando por todos eles e não deixem que as boas premiuns caiam em tentação. Amém!



Escrito por Blue Moon às 11h44
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O melhor pão de alho do mundo...

... mora em uma cidade chamada Marília (como o livro de Tomás António Gonzaga), que fica no interior de São Paulo. Seu endereço é o Bar Copacabana que, como o nome sugere, aspira ser um pedacinho do Rio de Janeiro no centro-oeste paulista.

O lugar é uma ótima pedida para tomar chopp (Brahma) e comer (tudo é gostoso!). Se for uma tarde preguiçosa de domingo, então, fica perfeito.

Bar com charme próprio, possui uma decoração que mescla objetos antigos e quadros de cenas cariocas de quando ainda era um bondinho que circulava por aquelas ruas. Já tentamos ocupar outras mesas, para ter outras visões do lugar, como as que estão na varanda, mas a nossa preferida é a redonda, que fica no canto, lá dentro. Simplesmente a adotamos. Nossa cúmplice e amiga de chopps e uísques.

Se estiver com fome, pode pedir uma das chapas. A que leva o nome da casa, é a melhor! Os pratos também são bons, embora não tenhamos experimentado todos. Mas, duvido que a qualidade naõ seja semelhante ao que já provamos. E tem uma coisa que só vi ali na minha vida: uma tal de porção de batata no balde. Pois é: porção de batata frita, só que servida num balde, daqueles que normalmente se coloca gelo para deixar a garrafa de bebida dentro. Vai saber...

Gosto de lá, temos história boa naquele lugar. Pena que não dá para ir sempre. Afinal, Marília não é ali na esquina. Pode até ser que seja bom não ser tão fácil assim... cada vez tem um gosto único e especial. Ainda mais saboroso e exclusivo que o pão de alho.



Escrito por Blue Moon às 18h09
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Música para comer omelete

Dia de serviço acabando e cabeça já está lá fora. O que podemos fazer? Com tempo curto, e um pouco de fome na barriga, a idéia genial surgiu: omelete!

Tenho sorte: ele adora meu omelete! Dois grandes são suficientes. Um com lombo e queijo prato. Outro com gorgonzola. O segundo sempre fica mais feio que o primeiro. Paciência.

Jeff Healey foi a trilha. Um cd ótimo, só de covers. Destaque para Communication Breakdown. Sim, a do Led. Só que quem "canta" é a guitarra. Muito bom!

Carinho especial por Angel, do Jimmi Hendrix. O final dessa versão ficou melhor do que a oficial (observação do meu companheiro birita e da qual eu compartilho e concordo). Será que o Jeff Healey gostava de omelete?

Ah, no copo, Bavaria Confraria caiu bem. Sem falar no charme que é a taça dessa cerveja.

Se você não gostar de omelete, ouça pelo menos o CD, que vale a pena. E encontre o melhor acompanhamento. Cai bem com qualquer coisa.



Escrito por Blue Moon às 12h54
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Todos os copos

 

Sem querer, começamos uma coleção de copos. Tem para todos os tipos de cerveja, para uísque, e até de saquê. Claro, não poderia faltar as duas taças chiquérrimas de cristal, para nossos vinhos. Ah, também os belíssimos copões de Herdinger.

Engraçado foi um dia desses, ou melhor uma noite dessas, perceber que conseguimos sujar todos os copos. Inclusive as taças de Stella Artois, que usamos apenas para essa deliciosa cerveja. A solução? Usar os dois copinhos americanos, aqueles que só usamos no boteco da esquina. Injustiçados eles... só nos lembramos de sua existência nos momentos de aperto. Mas, no fundo, acho que nem ligam: estão aí para isso! Melhor seria, eles devem pensar, se tivessem pelo menos um bolinho de bacalhau para acompanhar.

Depois de devidamente limpos, os outros copos voltaram para seu armário especial. E os americanos foram para junto das canecas e outros copos desparceirados. Mas, foram com um sorrisinho na borda, dizendo "não adianta, no final, nós salvamos a noite".



Escrito por Blue Moon às 12h09
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